Deficiência
Auditiva
Definição
Deficiência auditiva é considerada genericamente como a diferença existente entre a performance do indivíduo e a habilidade normal para a detecção sonora de acordo com padrões estabelecidos pela American National Standards Institute (ANSI – 1989).
Zero audiométrico (0 dB N.A) refere-se aos valores de níveis de audição que correspondem à média de detecção de sons em várias freqüências, por exemplo: 500 Hz, 1000 Hz, 2000 Hz, etc.
Considera-se em geral, que a audição normal corresponde à habilidade para detecção de sons até 20 dB N. A (decibéis, nível de audição).
Qualquer problema que ocorra em alguma das partes do ouvido pode causar uma deficiência na audição. Deficiência auditiva é o nome usado para indicar uma perda de audição, ou seja, uma diminuição na capacidade de escutar os sons. Sendo assim, o indivíduo só é considerado D.A. se a perda auditiva for diagnosticada nos dois ouvidos.
Dependendo do local do ouvido em que está o problema temos diferentes tipos de Deficiência Auditiva:
· Hipoacusia – refere-se a uma redução na sensitividade da audição, sem qualquer alteração da qualidade de audição. O aumento da intensidade da fonte sonora, possibilita uma audição bastante adequada.
·
Disacusia – refere-se a um distúrbio na audição,
expresso em qualidade e não em intensidade sonora. O aumento da intensidade da
fonte sonora não garante o perfeito entendimento do significado das palavras.
Causas Adquiridas
· Tampões de cera;
· Corpos estranhos;
· Obstrução da Trompa de Eustáquio;
· Otites;
· Perfurações Timpânicas;
· Envelhecimento a partir dos 50 anos;
· Traumatismos;
· Intoxicações (uréia, colesterol, ácido úrico, etc.);
· Doenças infecciosas (febre, sífilis, caxumba, sarampo);
· Distúrbios glandulares;
·
Deficiência de vitamina D.
Bibliografia
Secretaria da Educação do
Estado de São Paulo. Coordenadoria de Estudos a Normas Pedagógicas, O Que
Você Sabe Sobre Deficiência Auditiva; Guia de Orientação aos Pais, São
Paulo, SE/ CENP, 1985.